Uma Cinderela Compulsiva
Acredito que tudo acontece por uma razão; As pessoas mudam então você aprende a deixa-las ir, as coisas dão errado então você aprende a aprecia-las quando dão certo...e ás vezes coisas boas desmoronam para que coisas melhores ainda possam cair juntas
Não se deixe enganar, a mulher tinha coração. Um coração maior do que as pessoas suporiam. Havia muita coisa armazenada nele, em quilômetros de prateleiras altas e ocultas (…)
A Menina que Roubava Livros. (via e-nunciar)
A lua inteira agora é um manto negro, o fim das vozes no meu rádio são quatro ciclos no escuro deserto do céu. Quero um machado pra quebrar o gelo, quero acordar do sonho agora mesmo, quero uma chance de tentar viver sem dor. Sempre estar lá e ver ele voltar. Não era mais o mesmo, mas estava em seu lugar. Sempre estar lá e ver ele voltar. O tolo teme a noite, como a noite vai temer o fogo. Vou chorar sem medo, vou lembrar do tempo de onde eu via o mundo azul. A trajetória escapa o risco nu… As nuvens queimam o céu matiz azul… Desculpe estranho, eu voltei mais puro do céu. Na lua o lado escuro é sempre igual… No espaço a solidão é tão normal… Desculpe estranho, eu voltei mais puro do céu.
Nenhum de nós.  (via regou)
Dispenso tuas belas palavras, se nada do que disseres for verdadeiro.
Cambaleei    (via cambaleei)
Num céu aberto voava um pássaro a voo livre. Em seu sangue percorria vertiginoso e robustamente os hormônios da adrenalina, impulsionando suas asas a contender com os corpúsculos do vento. Ele cantava seu brando como se há muito não o fazia, como se por algum descuido tivesse esquecido como ecoar seu canto e que para sobreviver tivesse que entoar a mil pulmões o seu ressoo. Seu olhar era intenso, impenetrável e seus olhos refletiam as margens de um temor que ele se esforçava em abster: um medo de uma suposta liberdade cega e engaiolada. Em seu peito ardia a chama da inconstância e suas células palpitavam pela versatilidade, pelo adiante, pelo futuro, pelo siga-em-frente. Pois entenda: ele estivera exausto das correntes do passado, das algemas estáticas, do pretérito imóvel. Ficar inerte era um crime. Ele só queria ir. Ir! E continuar indo. Continuamente. Porque, ora, a prisão o transformara. Entende? Trancafiar trás mudanças. Muda a mente, os passos, os traços, os laços. Trás anseios. Conturbações. O Desespero em busca do ar e de ser o ar. Existe coisa mais temível do que o cárcere? Do que ser feito para aplainar, mas te prenderem ao chão? As gaiolas feitas de aço aprisionam muito mais do que um simples corpo físico feito para voar: encarceram a crença do céu ser o limite. As grades de arame cessam o canto, silenciam o Grito da Independência e acentuam a fome pelo topo das árvores e pelo gosto das gotículas das nuvens. Destroem os planos de planar nos plenos cobertos por azul. O medo trancafiara o pássaro em celas sem terra firme, apenas com um abismo fundo. E não havia outra saída a não ser beijar os lábios da coragem e erguer as asas. E voar. E fugir. E fugiu. Soltou sua mente como um balão à gás hélio e se permitiu planar sem planos. Viu-se livre. Seu desassossego era apenas a fome insaciável pela liberdade batendo-lhe no tórax. E este só fora saciado quando resolveu desapegar-se de si, desgarrando suas garras que prendiam seus próprios membros. Quando destruiu suas paredes internas que o impediam de contemplar a dianteira. Quando decidiu abrir a porta para a Liberdade. E voou. Hoje ele voa. E eu vi no céu um pássaro voando a voo livre.
Igor Salles. (via caustificando)
O copo vazio, o corpo cheio, o coração indeciso, a coragem, o devaneio. A descoberta parada, a saudade calada, a esperança cansada e a vontade de ser amado. O medo de perder, a angustia de esquecer, a incoerência de não ver, a desventura de não ter. Os beijos roubados, os abraços dados, corações apertados, delírios evaporados. Os gritos roucos, os desejos loucos, a verdade de poucos e a mentira de outros. O copo encheu-se, o corpo perdeu-se, o medo esqueceu-se e a mentira abandonou-se. Caindo, caindo, caindo, deixando-me pouco a pouco, matando-me muito a muito. Esquece-me, porque de mim já não lembro mais.
Cinzentos.  (via inverbos)
Todo mundo merece alguém que te acorde com uma mensagem ou com uma ligação inesperada. Alguém que lhe faça se sentir especial todos os dias ao abrir os olhos. Alguém que causa aquela ansiedade que a gente acaba tendo quando se apega a alguém, e espera tudo daquela pessoa.
Desconhecido   (via singelas)